“Minha vida é a mais verdadeira, porém perto de ser uma ficção, uma vida de muitas estridências. Boa parte dos meus dias recorro à calmaria do meu quarto onde passo a maior parte do tempo só escutando meus pensamentos e o ruído da caneta enquanto escrevo, a mais estranha história para se contar aos meus futuros netos. Minha vida, minha doce fuga. Há um lugar não muito longe onde me escondo quando a responsabilidade do mundo lá fora me tira o sossego e eu não caio em mim, é lá onde procuro paz de espírito, onde escrevo e deixo minha alma falar tudo que sinto e que por teimosia escondo. Hoje não só falarei da minha vida mais do que faz parte da minha vida extremamente movimentada.
Queria não falar de amor porque hoje em dia quem fala de amor é justamente quem não sabe amar, que por mera curiosidade troca idéia para um dia ser capaz de conseguir sentir esse sentimento inigualável que poucos têm e raros sabem apreciar da maneira correta. Mas como meu coração pensa por mim e que por muitas vezes me obriga a mostrar verdades que deveria ser cobertas, algumas vezes me deixarei levar ao desabafo.”
Stefani Woods.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011


Sempre quis ser auto-suficiente, e por isso o amor não estava na minha lista de coisas que eu queria conquistar. Vi pessoas serem destruídas por esse sentimento. Eu o vi corroendo corações, e vi pessoas que eu gostava se magoando por amar a quem não deviam. Talvez isso seja algo típico dos seres humanos - pelo menos de alguns. Amar as coisas erradas. As pessoas erradas. E isso me deixou com uma aversão enorme aos sentimentos. Talvez, no fundo eu tivesse mesmo medo de me machucar, medo de me apaixonar. Então, sempre que alguém fizesse meu coração bater mais forte, eu me afastava. Simples assim. E achei que essa seria a história da minha vida. Tudo estava bem até que conheci você. Eu ainda não estava preparada para isso. Você não fez meu coração bater mais forte. Foi muito mais intenso. Eu simplesmente não tive forças suficientes para fugir – como das outras vezes. E até agora não sei se meu coração bate rápido demais – que nem percebo – ou se ele realmente para quando você aparece. É ansiedade. 

É necessidade. É medo de perder. É felicidade. É amor.





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