“Minha vida é a mais verdadeira, porém perto de ser uma ficção, uma vida de muitas estridências. Boa parte dos meus dias recorro à calmaria do meu quarto onde passo a maior parte do tempo só escutando meus pensamentos e o ruído da caneta enquanto escrevo, a mais estranha história para se contar aos meus futuros netos. Minha vida, minha doce fuga. Há um lugar não muito longe onde me escondo quando a responsabilidade do mundo lá fora me tira o sossego e eu não caio em mim, é lá onde procuro paz de espírito, onde escrevo e deixo minha alma falar tudo que sinto e que por teimosia escondo. Hoje não só falarei da minha vida mais do que faz parte da minha vida extremamente movimentada.
Queria não falar de amor porque hoje em dia quem fala de amor é justamente quem não sabe amar, que por mera curiosidade troca idéia para um dia ser capaz de conseguir sentir esse sentimento inigualável que poucos têm e raros sabem apreciar da maneira correta. Mas como meu coração pensa por mim e que por muitas vezes me obriga a mostrar verdades que deveria ser cobertas, algumas vezes me deixarei levar ao desabafo.”
Stefani Woods.

domingo, 5 de dezembro de 2010


Que seja doce como pirulito de criança inocente, que o calor aqueça o coração de quem julga e machuca sem sentir um pingo de dó. Quando a chuva chegar molhe a alma suja de tanto rancor e tristeza e quando a primavera se aproximar que floresça amor puro em cada um que nunca amou e só usou alguém que deu valor, que realmente se importou em ter por perto alguém que a fazia sorrir e chorar de saudade e felicidade. Que a partir desse momento seja doce como aquele brigadeiro repartido na festa da nossa infância, como aquele saquinho de bala que repartíamos durante a semana toda. 

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