“Minha vida é a mais verdadeira, porém perto de ser uma ficção, uma vida de muitas estridências. Boa parte dos meus dias recorro à calmaria do meu quarto onde passo a maior parte do tempo só escutando meus pensamentos e o ruído da caneta enquanto escrevo, a mais estranha história para se contar aos meus futuros netos. Minha vida, minha doce fuga. Há um lugar não muito longe onde me escondo quando a responsabilidade do mundo lá fora me tira o sossego e eu não caio em mim, é lá onde procuro paz de espírito, onde escrevo e deixo minha alma falar tudo que sinto e que por teimosia escondo. Hoje não só falarei da minha vida mais do que faz parte da minha vida extremamente movimentada.
Queria não falar de amor porque hoje em dia quem fala de amor é justamente quem não sabe amar, que por mera curiosidade troca idéia para um dia ser capaz de conseguir sentir esse sentimento inigualável que poucos têm e raros sabem apreciar da maneira correta. Mas como meu coração pensa por mim e que por muitas vezes me obriga a mostrar verdades que deveria ser cobertas, algumas vezes me deixarei levar ao desabafo.”
Stefani Woods.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010





(Capitulo 4) My Last Dream -  Uma Doce Fuga


Tudo que eu quero é ver seu rosto através dessas lembranças, tudo que eu desejo é ver meu sorriso predileto ser dedicado a mim outra vez. O amor veio me falar outro dia que eu deveria seguir acreditando que um dia eu poderia seguir com o coração esbanjando alegria satisfeita por ter o que eu mais quero nesse instante, mas como eu posso confiar em um sentimento que no final um ou outro sai machucado? Aliás, tudo que nós queríamos era nossas fotografias com nós dois juntos nela e no final tudo o que tenho são essas fotografias que tiramos separados. Porque no final tudo dá errado um ou outro sai ferido, sai machucado.

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