“Minha vida é a mais verdadeira, porém perto de ser uma ficção, uma vida de muitas estridências. Boa parte dos meus dias recorro à calmaria do meu quarto onde passo a maior parte do tempo só escutando meus pensamentos e o ruído da caneta enquanto escrevo, a mais estranha história para se contar aos meus futuros netos. Minha vida, minha doce fuga. Há um lugar não muito longe onde me escondo quando a responsabilidade do mundo lá fora me tira o sossego e eu não caio em mim, é lá onde procuro paz de espírito, onde escrevo e deixo minha alma falar tudo que sinto e que por teimosia escondo. Hoje não só falarei da minha vida mais do que faz parte da minha vida extremamente movimentada.
Queria não falar de amor porque hoje em dia quem fala de amor é justamente quem não sabe amar, que por mera curiosidade troca idéia para um dia ser capaz de conseguir sentir esse sentimento inigualável que poucos têm e raros sabem apreciar da maneira correta. Mas como meu coração pensa por mim e que por muitas vezes me obriga a mostrar verdades que deveria ser cobertas, algumas vezes me deixarei levar ao desabafo.”
Stefani Woods.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Me deparei com o passado, quando agente não fazia idéia do que ia acontecer no final, das conseqüências que iriam ser causadas. Esbarrei com a lembrança de quanto agente estava na praia e jurava ser para sempre e de quando agente fazia planos para o futuro que parecia estar proximo.  Encontrei a esperança pedindo ajuda pois não queria morrer, e ouvi a fé. Apesar parecer distante era a que mais brilhava, pois junto com ela estava à esperança para eu nunca esquecer que por mais obstáculos que possam aparecer eu nunca vou deixar de acreditar que meu dia chegará e de que o “nunca mais”, nunca é certo.

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Stefani Woods  {23th march}

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