“Minha vida é a mais verdadeira, porém perto de ser uma ficção, uma vida de muitas estridências. Boa parte dos meus dias recorro à calmaria do meu quarto onde passo a maior parte do tempo só escutando meus pensamentos e o ruído da caneta enquanto escrevo, a mais estranha história para se contar aos meus futuros netos. Minha vida, minha doce fuga. Há um lugar não muito longe onde me escondo quando a responsabilidade do mundo lá fora me tira o sossego e eu não caio em mim, é lá onde procuro paz de espírito, onde escrevo e deixo minha alma falar tudo que sinto e que por teimosia escondo. Hoje não só falarei da minha vida mais do que faz parte da minha vida extremamente movimentada.
Queria não falar de amor porque hoje em dia quem fala de amor é justamente quem não sabe amar, que por mera curiosidade troca idéia para um dia ser capaz de conseguir sentir esse sentimento inigualável que poucos têm e raros sabem apreciar da maneira correta. Mas como meu coração pensa por mim e que por muitas vezes me obriga a mostrar verdades que deveria ser cobertas, algumas vezes me deixarei levar ao desabafo.”
Stefani Woods.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010




Não posso negar o passado, pois se não o tivesse na lembrança não seria quem sou hoje, posso dizer que estou renovada, posso agora mais do que nunca dizer que abri meus olhos posso ver algo novo mais a diante, mais sempre trarei o passado como aprendizado.
Por mentir quando deveria contar a verdade, por fingir algo, por medo de olhar na cara de quem eu sinto falta de olhar hoje. Afinal, às vezes vale a pena lembrar-se de quem fomos antes de ser quem somos hoje, podemos ter a visão da melhora e da superação, pois somos fortes chegamos ate aqui por que finalmente nos tornamos melhores escutando com o coração e seguimos com as batidas que ele dá. Enxergamos todas as possibilidades de ir mais adiante nos agarrar com o melhor que podemos achar dentro de nós. Daí o tempo vai passar e tudo melhora e sabe aquele coração que chorava todos os dias, estará rindo como uma criança.

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