“Minha vida é a mais verdadeira, porém perto de ser uma ficção, uma vida de muitas estridências. Boa parte dos meus dias recorro à calmaria do meu quarto onde passo a maior parte do tempo só escutando meus pensamentos e o ruído da caneta enquanto escrevo, a mais estranha história para se contar aos meus futuros netos. Minha vida, minha doce fuga. Há um lugar não muito longe onde me escondo quando a responsabilidade do mundo lá fora me tira o sossego e eu não caio em mim, é lá onde procuro paz de espírito, onde escrevo e deixo minha alma falar tudo que sinto e que por teimosia escondo. Hoje não só falarei da minha vida mais do que faz parte da minha vida extremamente movimentada.
Queria não falar de amor porque hoje em dia quem fala de amor é justamente quem não sabe amar, que por mera curiosidade troca idéia para um dia ser capaz de conseguir sentir esse sentimento inigualável que poucos têm e raros sabem apreciar da maneira correta. Mas como meu coração pensa por mim e que por muitas vezes me obriga a mostrar verdades que deveria ser cobertas, algumas vezes me deixarei levar ao desabafo.”
Stefani Woods.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010



Ela diz: “Para o dono do meu sorriso predileto, 
escreveria um livro, a mais doce e infelis história”
Mais porque “infeliz” história?
Ela o tinha perdido em meio a tempestade que tinha afogado o belo barco onde estavam.
Foram separados pela triste trilha do destino,
o livro contaria como a mocinha vai a procura do amor perdido.
Ela sente falta do seu sorriso, de quando ela era perfeita pra ele e que
nada parecia dar errado.
quem sabe um dia, quem sabe no dia certo a mocinha o encontre ou talvez
encontre algo pra aliviar a dor dele não pertencer mais a ela.
Queria ter a certeza de que no final tudo dá certo mais quem sou eu pra dizer isso?
Infelismente eu não tenho esse poder.
A única coisa que posso afirmar é que ela ainda espera encontra-lo.
Todo mundo nasce sabendo que tudo que nos foi dado tem o tempo certo para nos ser 
 tirado e com ela não poderia ser diferente, todo mundo sabe mais nem todo mundo se acostuma a viver  sem a presença de quem ama. É inevitável.
Todo mundo dizia que ela o amava além do que sua alma é permitida mais ela não se importava, era como um pacto, uma marca que ele tinha feito nela pra nunca mais ser apagado. Nem mesmo pelas ondas do mar agitado.
Ela diz: Deus me perdoe se isso for pecado, mais não dá pra evitar
isso tudo, a falta do meu sorriso me faz querer chorar sobre as promessas marcadas no sofá onde o senti pela ultima vez.”

 {continua...}



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